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sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Teologia da Conformidade 299
Projeto Fé – parte 01
“Porque, ainda dentro de pouco tempo, aquele que vem virá e não tardará; todavia o justo viverá pela fé; e; se retroceder, nele não se compraz a minha alma.” Hb 10; 37 e 38
O projeto Fé tem por proposito em fazer uma breve reflexão sobre a fé de forma simples, para proveito da edificação do povo de Deus.
Com a fé age?
O que é?
O que a impede e anula a sua ação?
Tais questões algumas vezes ficam obscuras na cabeça de alguns cristãos. O nosso proposito é de responder essas questões com simplicidade, e não traçar teses de profundidade teológica, sobre o assunto.
Que juntos possamos construir com auxilio do Espirito Santo, um direcionamento eficaz e simples para o assunto e que seja esclarecido algumas duvidas sobre o tema.
Pois, sabemos que o Justo viverá por fé (Rm 1; 17). Pois, sem fé ninguém pode agradar a Deus. Sem fé, nada podemos alcançar no que tange o crescimento individual do servo de Cristo Jesus.
Sabemos que o Inimigo das nossas almas fará de tudo para que a nossa fé esmoreça e que ele possa agir com duvida e o engano.
Anulando-se a fé, nada acontecerá, ficamos vulneráveis aos seus ataques, passando a ser presas fáceis.
Propomos, com ajuda do Espirito Santo, fornecer subsídios, que possam ajudar a por a fé em ação. Alertamos para alguns fatores que devem ser observados, pois são de grande importância para que o poder de Deus entre em ação e sejamos galardoados por Ele naquilo que o buscamos (Hb 11;6).
O que é a fé?
Podemos dizer que a Fé é algo simples. Não é algo complexo, ou tampouco algo difícil. Simplesmente a fé é colocada em ação em consonância, com a Palavra de Deus. A fé é apenas acreditar na Palavra de Deus e agir como sendo a verdade. A Fé está centrada na certeza, pois, é a certeza daquilo que esperamos e a prova das coisas que não vemos (Hb 11;1).
Pois sem fé é impossível agradar a Deus (Hb 11;6).
Jesus deu a entender que a dinâmica da fé se dá na dimensão do Eterno. Por isso ele diz: Tende fé em Deus! (Mc 11;22)
Somos volúveis naquilo que pensamos. Muitas das vezes não permanecemos na dinâmica do crer, deixamos que a dúvida penetre em nosso coração e assim a fé é anulada. Principalmente se aquilo que pedimos, comece a demorar em acontecer. O tempo da realização daquilo que pedimos passa a ser objeto do maligno para neutralizar a realização do fato. É necessário termos certeza daquilo que esperamos e convicção dos fatos que se não veem (Hb  11; 1).
Especulamos algumas das vezes, como as coisas irão se realizar. De que maneira vai acontecer. São nesses devaneios que deixamos de perseverar. Tiramos o foco daquilo que esperamos.
Temos contra nós, a nossa carne. Pois, a carne milita contra o Espirito e o Espirito contra carne, pois são opostos entre si (Gl 5;17). A carne é cética; é traiçoeira e desiste fácil. Precisa ser controlada, para que não venha colocar tudo a perder.
Precisamos aprender a viver no Espirito e a ser dirigido por Ele. É no Espirito que aguardamos a esperança da justiça que provém da fé. Porém, a fé atua em consonância com o amor. 
O mundo continuamente nos assedia para que passemos acreditar em tudo que se possa ser percebido pelos nossos sentidos. Aquilo que podemos: ver, ouvir e sentir. Os apelos aos nossos sentidos são suscetíveis em tudo que nos é apresentado pela visão e pelos sentidos. Existe no mundo um apelo exaltando a carne e as suas concupiscências, em tudo aquilo que proporciona prazer.
As trevas têm levado a muitos, enaltecerem a carne, inclusive alguns ministérios tornaram-se fútil e carnal, onde as doutrinas tornaram-se liberais e humanistas, com proposito de agradar o homem e não a Deus, excluindo o que é sobrenatural e as manifestações do Espirito Santo.
Amados! Sejamos vigilantes, o mesmo Deus da paz vos santifique em tudo, e o vosso espirito, alma e corpo sejam conservados íntegros e irrepreensíveis na vinda de nosso Senhor Jesus Cristo. Fiel é o que vos chama, o qual também o fará. 1 Ts 5; 23 e 24
Shalom Plena!
Ministério de Ensino Kehilah - ק ה י ל ה
Pr. Yosef di David Vidigal Borges

sábado, 5 de agosto de 2017

Teologia da Conformidade 298
O Que faremos irmãos? – Parte 03
“O Verbo estava no mundo, o mundo foi feito por intermédio dele, mas o mundo não o conheceu. Veio para o que era seu, e os seus não o receberam.” Jo 1; 10 e 11
Jesus veio para os Israelitas, porém, eles não reconheceram e nem aceitaram como o Messias enviado por Deus, mesmo, com sinais e prodígios, negaram o reconhecimento de ser Ele o que dizia ser. O Filho de Deus!
Abordamos assim, a vida de Jesus até o inicio do seu ministério. Passaremos abordar a vida publica de Jesus, quando ele se manifestou para Israel.
Após o seu batismo por João Batista, a tentação no deserto, ele voltou para Nazaré à cidade que ele vivia, onde os seus parentes e conhecidos e toda comunidade, escandalizaram-se dele ao ponto de tentarem lança-lo do monte e o expulsarem da cidade (Lc 4;29).
A partir deste fato, ficou claro que a vida de Jesus não seria nada fácil. Convencer Israel de ele era o Messias. O Messias tão aguardado por Israel, que iria libertar o povo de Israel da servidão de Roma.
Quando todos deparam com um homem simples, humilde, de oficio de carpinteiro, vindo de Nazaré, aquilo foi uma afronta para autoridades de Israel. Que de maneira nenhuma creram que ele era o Messias de Israel. O filho de Davi, um Rei guerreiro, vindo para liberta-los da opressão dos romanos. Ele era tudo aquilo que eles não esperavam. Por isso a dificuldade de até hoje os judeus não aceitarem a Jesus como o Messias de Israel.
Quando Jesus apresenta-se como Mestre em Israel e passa a dar interpretação que ele tinha da Torah, o seu jugo (entendimento), e a contestar o que os sacerdotes e doutores da lei e comunidade eclesiástica da época ensinava, foi um escândalo.
Jesus começou a pregar e a ensinar.  A sua pregação era com autoridade, e os sinais que o seguia de curas, pessoas ressuscitadas, endemoninhados libertos. Aquilo tudo, deu um nó na cabeça da comunidade eclesiástica da época, ao ponto que desde o inicio resolveram mata-lo, para se verem livres do problema.
A pior confrontação para os religiosos da época foi no campo das ideias. Pois Jesus os confrontava, e eles não tinham argumentam para contra atacar aquilo que ele dizia. Eles não tinham palavras para neutralizar o que aquele humilde homem, inexpressivo a vista deles, dizia e fazia.
A elite religiosa que priorizava a notoriedade, fama, ganho material, onde a sua religião era fundamentava no templo, tradições religiosas, mandamentos e preceitos de homens, e o cumprimento formal, mero legalismo, transformaram o relacionamento com o Deus Eterno em algo formal e estéreo, totalmente desprovido de comunhão.
Jesus aparece com um discurso, onde pregava a humildade, obediência, submissão, comunhão com o Pai, a não notoriedade, o total desprendimento dos bens materiais e da fama. Colocava em primeiro lugar a justiça, misericórdia e a fé. Jogava por terra o templo, que era idolatrado pelos religiosos e pelo povo, e transferia para os corações dos homens o lugar que Deus queria habitar; deixava em segundo plano os rituais e as tradições orais em detrimento a comunhão plena com Deus.  Deu uma interpretação nova e revolucionaria a cerca da Torah e do Tanakh.
Aqueles homens viram ameaça que era Jesus, para tudo aquilo que eles consideravam como importante. Viram o perigo de perderem o seu prestigio, fama e os ganhos materiais. Conscientemente sabiam que estavam muito distante de Deus. Sabiam que nas suas atitudes hipócritas afastavam os homens de Deus, como Jesus afirmou: porque fechais o Reino dos céus diante dos homens, pois vós não entrais, nem deixar entrar os que estão entrando. Os chamou de guias de cegos. Que coa o mosquito e engole um camelo. Sepulcros caiados, que por fora se mostram belos, porém por dentro estão cheios de ossos de mortos e de imundices. Serpentes, raça de víboras. (Mt 23; 13 a 33)
Depois dessas coisas, mas do que nunca, o proposito de matar Jesus se evidenciou.
Jesus demonstrou coragem de enfrentar essa elite religiosa e corrupta e pouco se importando do que eles planejavam contra ele. Ele mesmo afirmou: “Por isso, o Pai me ama, porque eu dou a minha vida para reassumi-la; Ninguém a tira de mim; pelo contrário, eu, espontaneamente a dou. Tenho autoridade para entregá-la e também para reavê-la.” Jo 10; 17 e 18
Viver como Jesus é viver uma vida de abnegação. De obediência, de submissão, de coragem para enfrentar aqueles que nos questionam por causa da nossa fé, desprovido de toda e qualquer vaidade material, fama ou glória.
Viver para Jesus é viver para glorificar o seu nome e que ele fez e faz por cada um de nós. Ser sua testemunha para proclamar as suas virtudes. Seguir seus passos bem de perto. Ser a motivação de nossas vidas. O nosso proposito, nosso alvo e a nossa suprema vocação é de buscar a sua imagem e semelhança. Nas atitudes, no proceder, no agir e emanar para as pessoas a essência de Jesus Cristo em nossos corações.
É pertinente para o nosso consolo às palavras de Pedro: “Ora, o fim de todas as coisas está próximo; sede, portanto criteriosos e sóbrios a bem das vossas orações. Acima de tudo, porém tende amor intenso uns para com os outros, porque o amor cobre multidão de pecados.” 1 Pe 4; 7 e 8
Shalom Plena!
Ministério de Ensino Kehilah - ק ה י ל ה

Pr. Yosef di David Vidigal Borges

sexta-feira, 28 de julho de 2017

Teologia da Conformidade 297
O Que faremos irmãos? – Parte 02
Aquele que diz que permanece nele, esse deve andar assim como ele andou.” 1 Jo 2;6
Andar como Jesus andou, esse é o proposito que nos propomos em continuar em fazer numa breve reflexão.
Sei que o tema é profundo. Porém, estamos abordando esse tema com o objetivo de torna-lo simples e claro para todos.
Jesus até os seus trinta anos, antes de começar o seu ministério, viveu de forma anônima, onde temos pequenos relatos nos evangelhos. Tirando por exemplo o seu nascimento, outro relato, temos no evangelho de Lucas, quando Jesus tinha doze anos.
Ora anualmente iam seus pais a Jerusalém, para Festa Páscoa. Quando ele atingiu doze anos, subiram a Jerusalém, segundo o costume da festa.” Lc 2; 41 e 42
Como nos relata Lucas, a família de Jesus, comumente ia uma vez por ano a Jerusalém para participarem da festa da Páscoa.
Jesus fora criado dentro dos princípios e das tradições judaica. Como todo menino devia participar na sinagoga da memorização da Torah. Quando atingiu os seus doze anos, teve que participar da iniciação de sua maioridade espiritual, como todo adolescente judeu participa, quando atinge essa idade.
Quando Maria e José perceberam que Jesus não estava na comitiva que retornava a Nazaré, voltaram a Jerusalém a sua procura, encontrando entre os doutores da lei.
Três dias depois o acharam no templo, assentado no meio dos doutores, ouvindo e interrogando-os. E todos que ouviam muito se admiram da sua inteligência e das suas respostas.” Lc 2; 46 e 47 
Quando questionado pelos pais, respondeu: Por que me procuráveis? Não sabeis que me cumpria estar na casa de meu Pai?  - Jesus desceu com eles para Nazaré; e era-lhes submisso. Lc 2; 49 e 51
Nesse breve relato de Lucas, temos uma pequena visão de como Jesus era na sua infância e na sua adolescência. Um jovem inteligente, que se sobressaia; participante juntamente com sua família, das tradições religiosas judaicas; um jovem obediente aos seus pais.
Depois desse relato, Jesus só aparecerá no inicio do seu ministério, com o batismo realizado por João Batista.
Jesus soube esperar com paciência o momento certo que o Pai marcou para sua manifestação ao mundo. Paulo menciona esse período como plenitude do tempo: “vindo, porém, a plenitude do tempo, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei.” Gl 4; 4 e 5
Isto tem haver com a idade de Jesus. Pois para ser considerado mestre em Israel, tinha que se ter a idade mínima de trinta anos. Sendo assim Jesus precisava esperar completar trinta anos para que pudesse manifestar-se a Israel e ao mundo, como mestre, angariar discípulo para lhe expor a sua concepção e o seu entendimento que ele tinha da Torah.
Podemos até aqui, fazer uma leitura da vida de Jesus, como uma criança obediente, submissa autoridade dos pais, zeloso pelas coisas de Deus em aprender como os demais meninos, os princípios da Torah. Soube esperar em Deus o momento certo para se manifestar a Israel e ao mundo.
Deu-nos o exemplo de sempre esperar em Deus; a hora de Deus para todas as coisas, principalmente no que tange as questões espirituais.
Quando Jesus manifestou-se em Nazaré foi uma grande surpresa para aqueles que o conhecia e conhecia a sua família.
Não é este o filho do carpinteiro? Não se chama sua mãe Maria, e seus irmãos Tiago, José, Simão e Judas? Não vivem entre nós todas as suas irmãs? Donde lhe vem, pois, tudo isto? E escandalizavam-se nele”. Mt 13; 55 a 57
Isaias nos dá uma descrição bem precisa de quem era Jesus. “Não tinha aparência ou formosura; olhamo-lo, mas nenhuma beleza havia que nos agradasse. Era desprezado e o mais rejeitado entre os homens, homem de dores e que sabe o que é padecer; e como um de quem os homens escondem o rosto, era desprezado, e dele não fizemos caso.” Is 53; 2 e 3
Amados. Com tal descrição de Jesus cai por terra, a imagem que muitos têm de Jesus. Isaias o descreve como um homem qualquer, simples, humilde, até certo ponto, um homem introspectivo, que ninguém dava nada. De repente aquele homem, inexpressivo começa se manifestar com sabedoria e sinais miraculosos começam acontecer, e de seus lábios palavras de sabedoria e de conhecimento profundo, as pessoas começam ouvir. E com autoridade começou a expulsar os demônios e a curar os enfermos. O grande espanto que causou, principalmente entre aqueles que o conhecia e convivia com ele em Nazaré. Não é de se ficar surpreso por eles terem se escandalizados e o expulsarem da cidade.
Jesus nesse dia na sinagoga de Nazaré, como era seu costume, pegou o livro de Isaias, onde dizia: ”Espirito do Senhor está sobre mim, pelo que me ungiu para evangelizar os pobres; enviou-me para proclamar libertação os cativos e restauração da vista aos cegos; para pôr em liberdade os oprimidos, e apregoar o ano aceitável ao Senhor” Lc 4;18 e 19. Após essa leitura dizer-lhes: “Hoje, se cumpriu a Escritura que acabais de ouvir.” Lc 4; 21 – Revelou-se então como o Messias de Israel.
É pertinente nesse momento o que Paulo nos fala: “Todavia, andemos de acordo com o que já alcançamos” Fp 3;16
Não devemos de maneira alguma nos motivar por coisas grandes e grandiosas. Mas pelo exemplo que Jesus nos deu e nos dá, contentemos com que nós temos e que até agora conseguimos, porém sem nos acomodar no que se refere em buscar a presença de Deus a cada dia, para dele ser conhecido e que Ele nos chame pelo nome. De estarmos atentos para quando ele nos chamar para alguma missão de pronto possa executa-la. Amém.
Shalom Plena!
Ministério de Ensino Kehilah - ק ה י ל ה

Pr. Yosef di David Vidigal Borges

sábado, 22 de julho de 2017

Teologia da Conformidade 296
O Que faremos irmãos? – Parte 01
“Ouvindo eles estas coisas, compungiu sê-lhes o coração e perguntaram a Pedro e os demais apóstolos: Que faremos irmãos? At 2;37
Quando aqueles homens ouviram o discurso de Pedro, ação do Espirito Santo foi imediata. Ação de convencê-los do pecado, da justiça e do juízo.
A pergunta daqueles foi: Que faremos irmãos?
E Pedro respondeu: “Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para remissão dos pecados, e recebereis o dom do Espirito Santo.” At 2; 38
Esta é a pergunta que comumente ouvimos para aqueles que recebem o Senhorio de Cristo.  - O faremos? Como procederemos a partir de agora?
“Estávamos mortos e nossos pecados e delitos, andávamos segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe da potestade do ar, do espirito que agora atua nos filhos da desobediência; entre os quais também todos nós andávamos outrora, segundo as inclinações da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; éramos por natureza filhos da ira, como também os demais.”  Ef 2;  2 e 3
E agora, o que faremos?
Pedro ao ser questionado, respondeu: Arrependei-vos! Reconheça que você é um pecador. Reconheça que você precisa de um Salvador, um Redentor e que a partir de agora, Jesus será seu Senhor!
O próximo passo é ser batizado. Por quê? Disse Jesus:Ide por todo mundo e pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; quem porém, não crer será condenado.” Mc 16; 15 e 16
A partir desse momento em diante, teremos que aprender a caminhar com Jesus. Teremos que abrir mão da nossa vida. E deixar que o Senhor Jesus, venha direcionar o caminho que devemos andar e aprender a fazer a sua vontade. Antes éramos nós que direcionávamos a nossa vida. Agora a direção será dada pela ação do Espirito Santo. 
 “Aquele que diz que permanece nele, esse deve andar assim como ele andou.” 1 Jo 2;6
O apóstolo João é categórico em afirmar que aqueles que se dizem seguidores de Jesus devem andar como Jesus andou durante a sua vida nesta terra.
Como andar como Jesus andou?
Como devemos proceder?
Quais são as atitudes que Jesus tomou em relação às situações desafiadoras e como nós devemos nos posicionar em situações semelhantes?
Essas são algumas perguntas e outras mais surgirão com objetivo de situar o posicionamento de Jesus com as atuais realidades que estamos vivendo neste momento.
A primeira coisa que vamos esclarecer é quanto a real situação de Jesus como homem sem os poderes miraculosos que ocorreram no seu ministério.
Muitos pensam que Jesus, quando queria poderia fazer algo extraordinário e tudo se resolveria. Pois ele sendo Deus tinha todo o poder da divindade em suas mãos.
A questão pode ser mais bem esclarecida em Fp 2; 5 a 7 – “Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, pois ele subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus; antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana.”
Chegamos a seguinte conclusão que Jesus abriu mão da sua prerrogativa de Deus, ao esvaziar-se completamente para viver, como um simples homem.
Sendo assim, Jesus deveria enfrentar todas as situações como homem, para que tudo que fora registrado nas Sagradas Escrituras, viesse cumprir cabalmente, como fora escrito.
Temos então outro questionamento.
Que sentimento é esse que Paulo refere-se que Jesus tinha e que nos deveríamos ter como exemplo?
Tende em vós o mesmo sentimento. O que ele estava querendo dizer?
Analisando o texto. Jesus sendo Deus abriu mão da sua prerrogativa de agir como Deus e optou em agir como homem nas suas limitações. E tudo que fazia, estava de acordo com a vontade do Pai.
Nos versículo seguinte Paulo afirma: “a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até a morte e morte de cruz” Fp 2;8
Que Paulo ressaltou foi à atitude de humilhação que Jesus tomou.
Então, Jesus voluntariamente humilhou-se e obedecendo em tudo que o Pai ordenará, mesmo em morrer numa cruz, o que para os judeus, era tornar-se maldito.  Pois está escrito: “Maldito todo aquele que for pendurado em madeiro”. Gl 3; 13b
Jesus entregou-se de forma vicária, isto é morreu por aqueles que creram nele e por aqueles que iram crer nele posteriormente, para que pudéssemos ter salvação nele.
Jesus entregou-se como cordeiro como afirmou João Batista: “Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” Jo 1;29
Podemos assim afirmar que andar como Jesus andou é andar numa atitude de um espirito humilde, submisso e obediente.
Reconhecer que fomos alcançados pela misericórdia e graça de Deus, que amou o mundo de tal maneira que não poupou o seu próprio Filho, mas o entregou por todo aquele nele crer, possa ter oportunidade de salvação. (Jo 3;16)
Não por obras para que ninguém venha se gloriar. Mas pela graça sois salvos, mediante a fé; isto não vem de vós, é dom de Deus (Ef 2; 8). Um presente precioso que de tal maneira não devemos negligenciar. Como afirma o escritor de Hebreus: “Por esta razão, importa que nos apeguemos com mais firmeza, às verdades ouvidas, para que delas jamais nos desviemos. Como escaparemos nós, se negligenciarmos tão grande salvação?” Hb 2; 1 e 3
Amados. Ao ouvir o que Espirito Santo diz: se ouvirdes a sua voz não endureça o vosso coração. Mas recebei a Palavra com alegria e jubilo por tão grande salvação.
Shalom Plena!
Ministério de Ensino Kehilah - ק ה י ל ה
Pr. Yosef di David Vidigal Borges

sábado, 15 de julho de 2017

Teologia da Conformidade 295
Aquele que nos auxilia é poderoso!- parte 2
E o Deus da esperança vos encha de todo gozo e paz no vosso crer, para que sejais ricos de esperança no poder do Espirito Santo.” Rm 15; 13
A ação do Espirito Santo em nossa vida é fundamental para o nosso crescimento espiritual. Pois é o Espirito que interage com o nosso espirito, para que venhamos a crer nas verdades da Palavra de Deus. É o Espirito Santo que nos enche de gozo e paz, renova a nossa esperança e nos dá força para continuar. É Ele que nos momentos difíceis nos conforta, consola e ajuda.
A Igreja precisa da ação do Espirito Santo para que venha crescer. Todo ministério que não dá ênfase ação do Espirito Santo tende a esfriar e a fracassar.
A igreja, na verdade, tinha paz por toda Judeia, Galileia e Samaria, edificando-se e caminhando no temor do Senhor, e, no conforto do Espirito Santo, crescia em número.” At 9;31 – O Espirito é quem dá crescimento e edifica. Quem instrui no caminho que se deve caminhar. É Ele que gera o temor do Senhor, que é o principio da sabedoria, nos corações dos discípulos de Jesus. Gera reverencia e zelo pelas coisas de Deus.
Conforta e encoraja o cristão e derrama no seu coração o amor divino. (Rm 5;5).
Auxilia-nos em testemunhar, confirma em nosso coração que somos filhos de Deus (Rm 8;16). Unge-nos com alegria e discernimento (2 Co 1;21), derrama paz e esperança na mente e no coração (Rm 15;13). Faz-nos firme nas lutas e assiste nas nossas fraquezas (Rm 8;26).
É no Espirito que frutificamos espiritualmente e nos capacita para o serviço (1 Co 12;11)
É o Espirito Santo quem glorifica a Cristo Jesus e testifica (Jo 16;14). Revela à alma dos pecadores as riquezas da pessoa de Jesus, de tal maneira, que ninguém pode reconhecer que Jesus é Senhor senão for pelo Espirito (1 Co 12;3).
É o Espirito Santo quem produz a vivificação espiritual e quem dá o crescimento espiritual de cada individuo. Passamos a compreender o que é salvação, através do Espirito. Temos, assim, o entendimento do sacrifício vicário de Cristo na cruz do calvário.
Passamos por uma regeneração total e um novo nascimento. “Não por obras de justiça praticadas por nós, mas segundo a misericórdia, ele nos salvou mediante o lavar regenerador e renovador do Espirito Santo.” Tt 3;5
A nossa união com Cristo e nossa conversão são obras do Espirito Santo (Mt 18;3).
O verdadeiro arrependimento e a fé salvadora provem do Espirito Santo (2 Tm 2;25 e Ef 2;8).
Somos justificados e a nossa santificação é obra do Espirito e toda obra salvadora é realizada pela ação do Espirito Santo.
A real compreensão de Deus e da sua Palavra, como a obra redentora de Cristo Jesus só é compreendida pela ação direta do Espirito Santo.
É importante que venhamos fazer a vontade do Espirito Santo, pois, ele sabe o que é melhor para nós e para Igreja.
O Espirito Santo tem vontade própria, pois, a palavra nos afirma isso, conforme as suas atitudes tanto na Velha Aliança como na Nova Aliança, a sua ação é bem especifica.
É o Espirito Santo quem distribui os dons para edificação do Corpo de Cristo. “Mas, um só e o mesmo Espirito realiza todas estas cousas, distribuindo-as, como lhe apraz, a cada um, individualmente.” 1 Co 12;11
Precisamos aprender a ser dirigidos pelo Espirito Santo. Pois todo aquele que é guiado por Ele deve estar pronto a fazer a sua vontade. Ele pode permitir, assim como impedir, aquilo que desejamos fazer. (At 16; 7)
No grande dia, será o Espirito e a Noiva que fará o convite para os salvos. “O Espirito e a Noiva dizem; Vem! Aquele que ouve, diz: Vem! Aquele que tem sede venha, e, quem quiser receba de graça a água da vida.” Ap 22;17
Nunca haverá vida cristã abundante sem o auxilio do Espirito Santo, pois tudo decorre de sua ação em nossa vida e na Igreja de Cristo.
O apostolo Paulo sempre se referia ação do Espirito Santo em suas epistolas. Alertava e exortava que a Igreja sempre estivesse atenta ao mover do Espirito e da sua vontade.
Faço menção de vós em minhas orações, para que o Deus de Nosso Senhor Jesus Cristo, Pai da Glória, vos conceda espirito de sabedoria e revelação no pleno conhecimento dele.” Ef 1; 16 e 17
O Espirito Santo é quem testifica que somos filhos de Deus e que nos sela com o selo da promessa (Ef 1;13).
Amados! Estejamos sempre atentos para tudo àquilo que o Espirito Santo venha nos falar, pois, ele sempre quer o melhor para nós. Devemos sempre, nos regozijar em tudo. Devemos ter o cuidado de não entristecer o Espirito Santo e tão pouco apaga-lo (2 Ts 5;19).
Shalom Plena!
Ministério de Ensino Kehilah - ק ה י ל ה
Pr. Yosef di David Vidigal Borges


sexta-feira, 7 de julho de 2017

Teologia da Conformidade 294
Aquele que nos auxilia é poderoso!- parte 1
Mas eu vos digo a verdade: convém-vos que eu vá, porque, se eu não for o Consolador não virá para vós outros; se, porém, eu for, ei vo-lo enviarei. Quando ele vier convencerá o mundo do pecado, da justiça e do juízo.” Jo 16; 7 e 8
A promessa que Jesus fez aos seus discípulos foi de não deixa-los sós. Porém, ele enviaria o Consolador o Espirito da Verdade, que iria instruir, ensinar, mostrar o caminho e dar conselho, como eles deveriam proceder. Não só a eles, porém, todos aqueles que seriam seguidores de Jesus Cristo. 
O Espirito Santo é um ser pessoal que detém uma personalidade própria. Para alguns heréticos, afirmam que o Espirito é meramente uma força ou influencia impessoal, o que não é verdade.
O Espirito Santo é terceira pessoa da Santíssima Trindade, que foi enviado ao mundo para testificar que Jesus Cristo é o Messias de Israel e o Salvador do mundo.
O seu objetivo é estabelecer a Igreja de Jesus Cristo que a Noiva de Cristo esteja dentro dos padrões de Deus.
É o Espirito, quem está preparando, para que a Noiva de Cristo seja gloriosa, sem macula, sem ruga, santa e sem defeito (Ef 5; 27).
A pessoa do Espirito Santo tem alguns atributos que o define como pessoa, tais como: intelecto, sensibilidade e vontade. Onde, na Nova Aliança, possui lugar de destaque e é fundamental na difusão da Palavra de Deus em um mundo caído.
O Espirito Santo é quem auxilia a Igreja no convencimento do mundo, no que se refere ao pecado, à justiça e ao juízo vindouro. É Ele quem neutraliza as trevas, e traz a luz e testifica da luz (ÔR) que é Jesus Cristo.
As missões que o Espirito Santo realiza em prol da Igreja e dos santos são:  
O Espirito Santo ensina e faz lembrar. “Mas o Consolador, o Espirito Santo, a quem o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as cousas e vos fará lembrar-se de tudo que eu vos tenho dito.” Jo 14;26 – É o Espirito que traz a memoria, por inspiração, habilitando a escrevê-las e a pregá-las no processo de revelação e inspiração das Escrituras. (2 Pe 1; 20 e 21 e 1 Co 2; 6 a 16)
O Espirito age em nossas mente nos fazendo lembrar-se das Escrituras e do que Cristo Jesus ensinou.
O Espirito Santo nos ajuda a testemunhar sobre as virtudes de Jesus, aquele que nos tirou das trevas para sua maravilhosa luz (Ôr). “Quando, porém, vier o Consolador, que eu enviarei da parte do Pai, o Espirito da verdade, que dele procede, esse dará testemunho de mim” Jo 15;26.  Sem o Espirito Santo, não temos a capacidade de testemunhar, testificar, declarar e falar de Jesus, confirmando que Ele é o único Salvador, Redentor e Senhor.
Também é o Espirito quem testifica que somos filhos de Deus. “O Espirito testifica com o nosso espirito que somos filhos de Deus”. Rm 8;16 – É Ele que testifica no coração do cristão que ele é filho de Deus por causa da fé em Jesus Cristo. (Jo 1;12 e 1 Jo 5;10)
Antes o homem natural era apenas “criatura de Deus”, após a sua conversão, o homem é adotado e passa a ser chamado de filho de Deus.
Tudo que Espirito testifica, está vinculado a Obra de Jesus Cristo.
É pela ação do Espirito Santo que ocorre o convencimento do mundo (kosmos) do pecado, da justiça e do juízo. (Jo 16; 8) –  Isso significa trazer a luz, expor, mostrar, persuadir e convencer. (Jo 3; 20  e Jo 8; 8;46 ; Ef 5; 11 ; Tt 1; 9), Ele é responsável pelo convencimento interno das pessoas quanto ao verdadeiro sentido do pecado, da justiça e do juízo.
O convencimento é tríplice: do pecado, pois por natureza somos pecadores (Rm 3;23); da justiça salvadora que nos é oferecida em Jesus Cristo (Rm 5;1); e do juízo que será o julgamento daqueles que rejeitam a salvação em Jesus Cristo (Jo 3; 18 e 19)
O Espirito Santo é chamado de Espirito da Verdade. “Quando vier, porém, o Espirito da Verdade, ele vos guiará a toda verdade” Jo 16;13
A função Espirito é guiar, liderar e instruir aos homens, em seus corações, sobre o significado de Cristo Jesus (At 8;31). Os homens ouvirão e verão a glória de Jesus Cristo, por meio do Espirito Santo (Jo 5; 37 a 38) – É preciso que sejamos prudentes em falarmos em nome do Espirito Santo, pois, Ele jamais guiará à mentira ou ao erro. O Espirito nos revela a verdade da nossa natureza caída e nos conduz à verdade santificadora de Deus.
O apostolo Paulo que era conhecedor da ação do Espirito Santo, destaca alguns aspectos do seu ministério.
É através do Espirito Santo que conseguimos dominar a carne. “Portanto o que estão na carne não podem agradar a Deus. Vós porém, não estais na carne, mas no Espirito, se, de fato o Espirito de Deus habita em vós. E, se alguém não tem o Espirito de Cristo, esse tal não é dele.” Rm 8; 8 e 9
O Espirito Santo dá testemunho da nossa posição como filhos de Deus (Rm 8; 14 a 17).
O Espirito Santo testifica que somos herdeiros juntamente com Cristo (Rm 8; 18 a 25).
O Espirito Santo nos ajuda a orar, pois não sabemos orar como convém. “Também o Espirito, semelhantemente, nos assiste em nossa fraqueza; porque não sabemos orar como convém, mas o mesmo Espirito intercede por nós sobremaneira, com gemidos inexprimíveis.” Rm 8; 26
É muito importante que venhamos a continuar esse estudo sobre o Espirito Santo, pois é Ele quem nos auxilia, nos ajuda, nos conforta e nos encoraja a continuar.
É o nosso amigo mais intimo que derrama o amor divino em nosso coração.
Halleluyah!
Shalom Plena!
Ministério de Ensino Kehilah - ק ה י ל ה

Pr. Yosef di David Vidigal Borges

sábado, 1 de julho de 2017

Teologia da Conformidade 293
As variáveis não prevalecerão sobre verdades absolutas!
Toda boa dádiva e todo dom perfeito são lá do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não pode existir variação ou sombra de mudança.” Tg 1;17
É comum deparamos com conceitos humanistas que dão ênfase as variáveis como sendo algo absoluto. Porém, as verdades absolutas que emanaram do Pai das luzes, não devem ser levadas a sério, ou até mesmo desconsideras, pois, não fazem parte do mundo moderno em que vivemos.
A palavra de Deus ou mesmo o próprio Deus não é relevante para grande maioria dos homens. Pois, acham que podem viver muito bem, sem Deus e a sua palavra. Por isso, é que se vê na mídia escrita e televisionada, ou mesmo nos meios culturais, ênfase que é dada a “ideologia socialista”, como sendo algo bom e que proporcionou algo de construtivo para o mundo.  Por exemplo: teoria da Evolução, Ideologia de gênero, casamento de pessoas do mesmo sexo, e outras.
Falaremos da Teoria da Evolução e da Ideologia de gênero.
O que é que teoria da evolução prega?
Que a criação é oriunda de um caos e de uma forma aleatório que com o tempo evoluíram para o estado observado em nossos dias.
Os evolucionistas estão comprometidos de forma bem consistente com o naturalismo filosófico-ateísta. Aqueles que defendem o evolucionismo defendem não em base cientifica, mas sim como uma fé fundamentada em um naturalismo filosófico, tal qual uma religião; que nega de forma bem enfática legitimar a asserção de uma visão teísta de mundo na universidade secular.
O que essa teoria faz frente por desconsiderar que a Bíblia diz que o homem foi criado por Deus por uma ação direta dele. Tanto que o sexto dia da criação foi destinado ao homem, sendo no principio o homem foi criado a imagem e semelhança de Deus como afirma Gn 1;27 “Portanto Deus criou o homem a sua imagem; a imagem de Deus os criou;” – Pela complexidade do ser humano, comprovada pela ciência, que difere de forma contundente dos demais animais, onde a principal é de pensar e de interagir com meio em que vive. De especular, de descobrir leis e sugerir dogmas e ciência, fica sem nexo admitir que fosse necessário o homem passar por um processo evolutivo de milhões de ano, até chegar ao homem sapiens.
Outra variável é agora vemos, e que está na moda, é a que se refere a “Ideologia de gênero” – ou a ideologia da ausência de sexo, que é entendido que segundo os dois sexos – masculino e feminino são considerados construções culturais e sociais, e que por isso são chamados “papeis de gêneros”.
Essa ideologia combate de forma frontal o que diz a Bíblia: “Portanto Deus criou a humanidade à sua imagem; à imagem de Deus ele criou; criou-os MACHO e FÊMEA.” Gn 1;27 – Bíblia Judaica.
Então, para o criador só existe dois gêneros. Macho e fêmea.
O que está por traz dessa ideologia?
A justificativa é que alguns, usam para reconfigurar a identidade da criança com uma teoria de gênero que não possui nenhum respaldo cientifico, são sim, atentar contra a humanidade e contra família. O objetivo dessa ideologia é causar um conflito com as famílias, achando que a escola deve ter a primazia em educar a criança e não os seus pais. Tal ideologia vem com arcabouço dos ditos “direitos humanos” com a finalidade de que seus militantes armados com suas línguas ferinas prontas para acusar, difamar, desrespeitar e difundir os preconceitos contra a família tradicional, e os princípios cristãos dados por Deus em Genesis. “Por isso deixará o homem pai e mãe e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne.” Gn 2; 24 – Constituição da família.
O que eles afirmam para as crianças que elas não nascem meninos ou meninas, causando assim, confusão nas mentes das crianças e abrindo precedentes para pedofilia e para homossexualismo.
Temos assim, dois exemplos de variáveis que querem se sobrepor as verdades absolutas que Deus através de seus mandamentos determinou para a humanidade.
Quais são as consequências para humanidade que tais ideias venham prevalecer?
Sabemos que o processo de corrupção e demanda das trevas contra a humanidade e o mundo em geral, está cada vez mais contundente e mais explicito. Para grande maioria, isso passa despercebido. Porém, o estrago feito na sociedade e bem perceptível. Pois, sabemos quando os valores absolutos de Deus são desobedecidos o caos e as trevas tomam conta, gerando maldade e iniquidade.
Ninguém pode dizer que o mundo está melhor. Constatamos a violência, a maldade, a injustiça, e a devassidão, patente diante dos nossos olhos.
Pois os homens amaram mais as trevas do que a luz; porque as suas obras eram más”. (Jo 2;19)
As consequências virão e não tardarão. “Não vos enganeis: de Deus não se zomba; pois aquilo que o homem semear, isso também ceifará.” Gl 6; 7
Aqueles que estão engajados em proliferar tais mentiras, são agentes de Satanás. São para eles, que Deus lhes manda a operação do erro, para darem crédito à mentira, a fim de serem julgados todos quantos não deram crédito à verdade; antes pelo contrario, deleitaram-se com a injustiça. (1 Ts 1; 11 e 12) 
Sabemos que tais acontecimentos, é o cumprimento da Palavra de Deus, que muitos querem desacreditar. Pois, ao lermos a Bíblia, fica patente aos nossos olhos o cumprimento das profecias.
A palavra de consolo é está: “E o Deus da paz, em breve, esmagará debaixo dos vossos pés a Satanás. A graça de Nosso Senhor Jesus seja convosco.” Rm 16;20
Shalom Plena!
Ministério de Ensino Kehilah - ק ה י ל ה

  • Pr. Yosef di David Vidigal Borges